Maricá registra primeiro caso de febre amarela em 2018

Um morador de São José do Imbassaí, em Maricá (RJ) é o primeiro a registrar Febre Amarela em 2018 no município, que registrou no ano passado uma trágica morte antes de receber a campanha de vacinação. O caso acende o alerta amarelo, pois São José do Imbassaí é região urbana, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Não há cura para a doença, que pode matar em poucos dias.

A Vigilância de Saúde de Maricá e Vigilância do Estado identificaram o caso confirmado de febre amarela em um paciente, de 67 anos, que não tinha se vacinado nas últimas campanhas de imunização. Ele está sendo acompanhado pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde. O estado de saúde é estável e encontra-se em casa.

A família do paciente, assim como os moradores de casas próximas já haviam sido vacinados na campanha realizada pela Prefeitura no ano passado, e que resultou em 98% de imunização no município. A Vigilância de Maricá esteve no local e acompanha o caso de perto.

Moradores que ainda não se vacinaram, podem procurar os postos de saúde de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. A prefeitura tem informado que não há motivo para se preocupar, porém com a chegada do Carnaval, a cidade fica cheia e diversos visitantes e turistas podem contrair a doença, acendendo o alerta vermelho durante o período da folia. Quem já tomou a vacina não precisa se preocupar, pois já está imunizado e não contrairá a doença, transmitida por mosquito.

Redação Maricá Info

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6 comentários em “Maricá registra primeiro caso de febre amarela em 2018

  • 3 de fevereiro de 2018 em 17:02
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    A falta de saneamento ambiental, trás essa preocupação. Que a PMN invista mais nessa área. Isso sim é investimentos em saúde pública.

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  • 3 de fevereiro de 2018 em 17:16
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    Falta de urbanização na Rua 01 00002 QD 7 Est V São JOSE MARICA o IPTU tão caro e falta urbanização tem dois terreno da PrefeiturA abandonado o mato ja se alastrou.Senhor prefeito na Planta está tudo perfeito va ver ao vivo.

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  • 3 de fevereiro de 2018 em 22:44
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    Há uma faixa de terreno que faz limite com a lagoa, na quadra 48 do Villar Maricá, terreno este que é do poder público, que tem acesso pela Av Marajó e Rua Maraca, tomado por matagal que facilita a proliferação de mosquitos, limpeza já solicitada em nov 2017 sem atendimento até esta data, como também o canal da Av Marajó tomado pelas gigogas, outro berço de mosquitos, em São José do Imbassai, km 22

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  • 4 de fevereiro de 2018 em 12:41
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    O problema de MARICÁ é uma população leiga do que esta acontecendo na realidade, inumeras casas que hoje se recusam a entrada de agente de Saúde e como querem combater o mosquito? Reclamando de piscinas abandonadas… *aedes aegypti* a Dengue, Zica e Chickungunya…

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  • 4 de fevereiro de 2018 em 16:30
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    Somos moradores do bairro Jardim Atlântico, Itaipuaçu, estamos a cerca de 6 meses sofrendo com o barulho, todas as sextas , sábados e domingos que vara toda a madrugada. Trata-se da Torre de Beer, bar a céu aberto; localizado nas esquinas da rua 01 com 36. A vida da gente se tornou um inferno; a prefeitura de Marica, já foi notificada e ninguém faz nada. Nós contribuintes , não estamos querendo nada demais, só que se faça cumprir a lei de silêncio.

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    • 15 de fevereiro de 2018 em 16:50
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      Gratos pela nota!!!!! É um DESRESPEITO!!! Prefeito e Vice-Prefeito: MANDEM a multa diária que eles irao respeitar rapidamente as Famílias que precisam dormir!!!!!

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