Dor e comoção durante sepultamento de jovens executados em chacina em Maricá

Muita dor e comoção marcaram o sepultamento dos jovens Sávio de Oliveira Vitipó (20), Marcos Jhonatas (17) e de Patrick da Silva Diniz na tarde desta segunda-feira (26) em Maricá. Os três jovens foram assassinados brutalmente em uma chacina na madrugada do último domingo (25) no residencial Carlos Marighella, do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, em Itaipuaçu, distrito de Maricá. Os outros dois jovens assassinados foram sepultados em outras cidades.

Familiares e amigos marcaram presença e entoaram canções de RAP, ritmo que era seguido pelos dois assassinados, já que faziam parte da Nação Hip Hop e de um projeto da prefeitura que levava rodas de rap e disputas de dança para os bairros de Maricá.

Nenhum dos dois tinham passagem pela polícia e viam no rap uma forma de se expressar e falar sobre os problemas vivenciados tanto pela classe trabalhadora quanto pelos jovens da periferia.

A Deputada Estadual Rosângela Zeidan esteve presente como a única autoridade. Nenhum vereador esteve presente, apesar de terem se manifestado pela manhã durante a sessão na Câmara, repudiando a violência e se solidarizando com a família.

Linha de investigação

Segundo a delegada responsável pela investigação do caso, há a hipótese de execução por milicianos. Todos os cinco jovens assassinados foram mortos por tiros na cabeça, disparados por uma pistola calibre 380. Todos eles foram perfilados e morto um após o outro, de forma brutal e covarde.

Redação Maricá Info

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