Início Itaipuaçu Comissão de Áreas Públicas derruba 11 construções irregulares em Itaipuaçu

Comissão de Áreas Públicas derruba 11 construções irregulares em Itaipuaçu

Comissão destrói construções irregulares – Foto: Elsson Campos

Uma quadra inteira entre as ruas 39 e 40 da parte central do loteamento Jardim Atlântico, em Itaipuaçu, recebeu nesta sexta-feira (29/06) a maior ação deflagrada pela Comissão Permanente de Preservação e Manutenção de Áreas Públicas de Maricá desde sua implantação, no início deste mês. Durante todo o dia, 11 construções irregulares foram demolidas entre casas ainda inacabadas e muros que cercavam terrenos e lotes, com a ajuda de máquinas retroescavadeiras da Secretaria de Obras. Nas casas habitadas, as cerca de 40 famílias foram cadastradas pela equipe da Secretaria de Habitação e Assentamentos Humanos para regularização de seus imóveis.

De acordo com alguns moradores da localidade, as ocupações começaram há mais de 20 anos e as primeiras casas erguidas foram vendidas para novos moradores. Atualmente, há residências com piscina e até um prédio com os chamados ‘quitinetes’ para aluguel, todos em situação irregular. Os donos de alguns imóveis demolidos foram ouvidos pela comissão. “Dei um carro meu para ficar com esse terreno e gasto tudo o que consigo construindo aqui. Agora vou tentar localizar quem me vendeu, tenho que correr atrás desse prejuízo”, lamentou um morador.

A Comissão Permanente de Preservação e Manutenção de Áreas Públicas de Maricá recomenda a todos que buscam comprar imóveis na cidade que façam uma pesquisa prévia sobre a situação da casa ou terreno pretendido. Para isso, o caminho mais adequado é um contato com a Ouvidoria Municipal através do telefone 3731-1467 ou pelo canal do aplicativo WhatsApp, no número 96675-3078. O atendimento da Ouvidoria acontece de segunda à sexta-feira, de 9h às 17h.

Com a participação de dez secretarias municipais e vinculada à Companhia de Desenvolvimento de Maricá (Codemar), a Comissão Permanente foi criada com o intuito de prevenir e coibir invasões nesses locais. A ideia é realizar semanalmente uma ação em cada bairro onde há processos administrativos abertos.

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