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Boxeador maricaense disputa cinturão de campeão latino-americano

Com 27 anos, o primeiro carioca a ser campeão brasileiro de Boxe, pela Associação Nacional de Boxe (ANB), na divisão dos cruzadores (de 84 a 91 kg), o morador de Itaipuaçu, Raphael Valloury Garcia, conhecido por Dom Garcia, disputará o cinturão de campeão latino-americano, com apoio da Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer. O confronto acontece na Bahia, no dia 01/09, contra o baiano Gueo Santos, que é campeão mercosul da World Boxing League (WBL). Caso conquiste o cinturão, Dom Garcia, estará apto a disputar o título mundial da categoria.

Dom Garcia está invicto em sua carreira, com sete vitórias por nocaute e esta será a primeira vez que o atleta lutará por um título internacional. “Estou muito confiante. Tenho a convicção que vencerei novamente por nocaute até o quarto round. Estou muito bem preparado”, confessou o atleta há cinco anos como lutador profissional, mas que, desde os sete anos, praticava diversas atividades como futebol, natação, judô e capoeira, até se dedicar verdadeiramente ao boxe, com 19 anos de idade.

Durante a semana, Dom Garcia treina em uma academia na Mumbuca, e, perto das competições, finaliza sua preparação física na Bahia com o campeão mundial Chibata Matos, além de receber assessoria do pugilista Reginaldo Holyfield. Mas, além disso, ele dedica parte de seu tempo a ensinar boxe para as crianças moradoras do condomínio Minha Casa, Minha Vida de Itaipuaçu. “Meu objetivo é oferecer boas influências e formar cidadãos de bem. Se de lá conseguirmos formar futuros atletas, será mais um ganho”, acrescentou. Sob sua vocação, Dom Garcia admitiu que surgiu ao assistir às competições pela tv. “Ficava encantado com as lutas de Mike Tyson e do Acelino Freitas, o Popó, e foi isso que me incentivou a começar a treinar e a me dedicar profissionalmente ao boxe”.

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Para encarar num total de 10 rounds, cada um três minutos de duração, o atleta segue uma alimentação balanceada acompanhada pela nutricionista Juliana Mata. “Na semana que antecede a luta, tenho que diminuir muito peso, então como pouco carboidrato e diminuo o consumo de água, mas o esforço compensa. Só tenho a agradecer por tudo que está acontecendo em minha vida. Sabemos como o caminho do atleta brasileiro é difícil, temos que treinar todos os dias, nos preparar física e psicologicamente para conseguir trabalhar. Não é fácil, mas estamos alcançando os resultados”, conclui Dom Garcia.

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