quarta-feira, 8 julho, 2020
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Maricá

Maricá: Ponte da Barra finalmente é inaugurada

A Ponte da Barra, agora denominada Ponte Marco Antonio Cardoso Siqueira, nome do falecido irmão do prefeito da cidade, Washington Quaquá (PT), foi inaugurada nesta quinta-feira (16), sem iluminação, após passar cerca de três anos em construção.

A Ponte mede 172 metros e custou R$10,6 milhões, dos quais R$2,4 milhões custeados pela Prefeitura de Maricá e os outros R$8,2 milhões custeados pelo Governo do Estado através do FECAM (Fundo Estadual de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano).

A cerimônia de inauguração contou com a presença do prefeito Washington Quaquá, do secretário estadual de ambiente Carlos Minc, de todo secretariado municipal e de todos os vereadores. Sob forte chuva, a cerimônia não durou mais de 30 minutos. Ao final, Dudu Nobre animou a festa que contou com a presença de cerca de duas mil pessoas.

A nova estrutura integra a RJ-102, atual Avenida Maysa, tem 172 metros de extensão e foi erguida numa parceria entre o município e o governo estadual (por meio do FECAM, o Fundo Estadual de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano).

De acordo com a Prefeitura de Maricá, um problema histórico na cidade será extinto: os alagamentos em Barra de Maricá causados por enchentes – como a ocorrida no verão de 2010 e que isolou as regiões da Barra e de Cordeirinho por vários dias, causando transtornos e prejuízos à população. Parte de um pacote de ações para proteger e revitalizar o complexo lagunar de Maricá, a nova ponte foi projetada pelo governo estadual a pedido da Prefeitura, para permitir que fosse garantida a ligação entre a água da lagoa e o mar, sem a necessidade de bloquear a passagem de pedestres e veículos na área.

Meio Ambiente

Já especialistas em meio ambiente e na vida marinha garantem que a abertura do canal de maneira descontrolada pode secar a lagoa e fazer também que predadores maiores entrem na lagoa, acabando com todo um ecossistema.

Problemas

A nova ponte foi inaugurada mais ainda deixa dúvidas. Não há ciclofaixa/ciclovia e muito menos acessibilidade. Falta também um dos itens de segurança mais importantes: Iluminação.

Outro problema relatado pelo veranista Carlos Aguiar, de 61 anos, é a falta de segurança para os pedestres. “Deveriam ter colocado grades aqui, está muito perigoso. Já vi pessoas pulando dessa ponte, isso ainda vai causar uma tragédia.” Comentou.

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