Trilheiros podem voltar a praticar o esporte em Maricá

Grupo convocou audiência pública com membros da Secretaria de Ambiente para discutir a proibição de trilhas em área de Proteção Ambiental Municipal e Refúgio da Vida Silvestre.

Após a polêmica proibição da realização de trilhas em áreas de proteção ambiental na cidade de Maricá, RJ, um grupo de trilheiros convocou uma audiência pública que foi realizada no dia 30 de abril na Casa de Cultura, no Centro.

A Secretaria rotulou a prática de motocross à degradação do solo e destruição ambiental em áreas do REVISSERMAR (Refúgio de Vida Silvestre Municipal das Serras de Maricá) e da APASERMAR (Área de Proteção Ambiental Municipal das Serras de Maricá). Ambas foram criadas por Lei Municipal votada na Câmara dos Vereadores e sancionada pelo prefeito de Maricá.

A proibição causou indignação de grupos de trilheiros, revoltados que a secretaria estava proibindo tal esporte ao invés de tratar dos sérios problemas ambientais da cidade, como a escavação da lagoa brava para retirada de areia, a construção de condomínios sem sistemas de tratamento de esgoto, além do abandono do lixão do Caxito, fechado no ano passado.

Resultado

O resultado da audiência pública foi a liberação da realização de trilhas de motos por 90 dias, onde, durante este prazo, a Secretaria Municipal do Ambiente fará um estudo para obter a melhor maneira de resolver o problema.

Uma das soluções dadas pelos trilheiros foi a de compensação ao meio ambiente, onde os trilheiros plantarias árvores nativas na região para compensar a degradação ambiental, que, de certa forma ocorre nas trilhas do município.

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