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Moradora de Maricá morre à caminho do INCA após acabar oxigênio na ambulância

Imagem: Reprodução Jornal do Rio / Band

Uma moradora de Maricá, identificada há alguns meses em avançado estado de câncer de mama, morreu à caminho do Instituto Nacional do Câncer (Inca), segundo informações, após o oxigênio da ambulância acabar antes de chegar ao destino.

A paciente, identificada como Geiza Batista Sales, foi diagnosticada com câncer de mama em novembro, quando deu entrada no Hospital Municipal Conde Modesto Leal, no Centro de Maricá. Ela precisou ser internada no CTI para tratar uma pneumonia, depois foi transferida para a enfermaria. “Durante os mais de 70 dias que ela passou no hospital, se o acompanhante não desse o almoço ou água para ela, minha esposa ficava com fome e com sede.” Disse o marido da paciente, Sr. Sebastião, à reportagem da Band.

Ela estava sendo levada na ambulância, sem médico e apenas com uma técnica em enfermagem. Os dois balões de oxigênio acabaram, de acordo com o marido da paciente, antes do término da ponte Rio-Niterói.

De acordo com Sr. Sebastião, a técnica de enfermagem procurou um lugar para socorrer a paciente e parou no Hospital das Clínicas de Niterói, na Alameda, onde, segundo o marido da paciente, ela não foi atendida por falta de uma autorização. Eles também buscaram ajuda na empresa que fornece os cilindros de oxigênio, onde conseguiram chegar ao Inca, mas Geiza não resistiu.

A prefeitura de Maricá informou através de nota que abriu uma sindicância para apurar a falta de médico na ambulância junto com a paciente. A prefeitura informou ainda que houve um consumo além do normal de oxigênio. De acordo com a nota, a paciente morreu não decorrente não dos problemas do transporte, mas por conta do estado terminal do câncer.

Fonte: Jornal do Rio / Band.

1 COMENTÁRIO

  1. Eu não consigo entender como temos uma secretaria de saúde que não funciona, pois acontece varias coisas com o corpo funcional do hospital de Maricá e a secretária de saúde Dra Simone ba8to a nenhuma providência, pois depois que o hospital virou cabide de emprego, colocando gente a mínima condições profissional mas é amigo de fulano ou beltrano para trabalhar essas coisas continuaram acontecendo.

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