quarta-feira, 3 junho, 2020
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Maricá

Em Itaipuaçu, ‘castramóvel’ atende cerca de 200 animais

A Coordenadoria de Proteção Animal de Maricá realizou nesta segunda-feira (09/3) a primeira ação de castração móvel na cidade, que aconteceu na Lona Cultural de Itaipuaçu em parceria com a clínica Patas de Ouro. Um total de 100 cães e 100 gatos de ambos os sexos, que passaram pela cirurgia logo após a conferência dos documentos, tinham sido cadastrados através de triagens feitas em fevereiro na própria lona, na Praça do Ferreira e no condomínio ‘Minha Casa, Minha Vida’ de Inoã. A equipe responsável pelos procedimentos é composta por 15 profissionais, entre médicos veterinários e auxiliares.

De acordo com a coordenadora Milena Costa, toda a documentação do animal é checada antes da operação e ele é liberado logo depois de acordar. “A unidade móvel veterinária tem um centro cirúrgico completo e estamos atendendo de forma tranquila. Estamos programando novas ações”, garantiu ela, reforçando que o ‘castramóvel’ vai estar em Ponta Negra nesta terça (10), para o qual havia ainda 50 vagas disponíveis para gatos a partir das 8 horas. “Quem quiser levar seu bichano deve levar RG, CPF, comprovante de residência e de renda, além de ter mantido seu gato em jejum por oito horas”, lembrou a coordenadora.

Para o veterinário Anderson Delgado, responsável técnico da ação, outros municípios deveriam seguir o exemplo de Maricá para controlar as zoonoses e a taxa de natalidade dos animais. “A prefeitura está de parabéns por oferecer esse serviço gratuito à população de baixa renda, que muitas vezes não tem condições de arcar com o custo desse procedimento. Para nós é um orgulho participar”, disse ele.

Os donos de animais também estavam gratos pela iniciativa. “Tem muitos animais abandonados e dando cria sem parar pelas ruas. Isso aqui ajuda bastante a quem cuida deles, eu fiquei muito grata”, afirmou a dona de casa Fátima Regina, de 42 anos, moradora de Itaipuaçu e que levou vira-lata Spoky. Já Celi Marcelino da Silva, de 60 anos, aguardava a vez da poodle Pretinha, de 3 anos, contando que a pegou para criar quando ia ser largada na rua. “Isso facilitou muito para nós, ia ser difícil se não fosse essa ação”, avaliou.

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