Teste de DNA vai apontar se corpo encontrado em Maricá é de australiano desaparecido

A Polícia Civil fará um teste de DNA para descobrir se um corpo encontrado nesta quarta-feira, em Maricá, na Região Metropolitana do Rio, é do australiano Rye Hunt, de 25 anos, desaparecido desde o dia 21 de maio. Nesta segunda-feira, o tio do rapaz, Michael Wholohan, esteve no laboratório do Instituto de Perícia e Pesquisa Genética Forense, da Academia de Polícia, na Lapa, para ceder uma amostra do DNA.

Leia a nota da Polícia Civil:
“A Delegada de Polícia Elen Souto da Delegacia de Descoberta de Paradeiros – DDPA informou que foi encontrado um corpo em Maricá, o qual foi encaminhado para perícia e será verificado, através da comparação de DNA, se poderia ser do turista australiano desaparecido desde o dia 21 de maio deste ano”.
As buscas no mar por Rye Hunt foram encerradas nesta terça-feira. O turista foi visto pela última vez por um pescador na Ilha de Cotunduba, a alguns metros da praia do Leme, aparentemente sob o efeito de drogas.
“De acordo com o protocolo da Marinha (e de nosso conhecimento) a busca no mar por Rye cessou após 72 horas. Nenhum corpo ou pertences pessoais foram encontrados durante a busca no mar”, informou a família, em nota.

Uso de drogas

Ainda em nota, a família falou sobre os indícios de que Rye teria usado uma droga alucinógena antes de desaparecer e explicou que vai permanecer no Rio de Janeiro na esperança de localizá-lo.
“Há provas suficientes que Rye tenha consumido uma substância ilícita nas 24 horas que antecederam seu desaparecimento. Nosso entendimento inicial é de que foi uma substância chamada MDMA. Relatos daqueles que estiveram ao redor de Rye nos momentos que antecederam o seu desaparecimento explicaram um comportamentos fora de seu caráter, como extrema paranóia, ansiedade e medo”, diz a nota que segue: “Sem uma amostra do que foi consumido, não podemos ter a certeza da substância usada”.

Parentes do australiano fizeram ainda um alerta sobre o uso de drogas. “A família acredita que essas informações são importantes na sensibilização sobre a utilização de substâncias ilíticas tanto localmente quanto no exterior. Reiteramos que o usu de drogas ilícitas não é um comportamento típico de Rye. Os familiares permanecerão no Rio de Janeiro para continuar a procurar por Rye”.

Fonte: Jornal EXTRA.

Redação Maricá Info

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